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Novena de Natal – 3° dia

18 de dezembro – 3° dia

Faça primeiro as orações iniciais!

Terceiro dia, dedicado ao RESPEITO. Uma qualidade do amor que nos move a aceitar os outros como são.

Graças ao respeito, valorizamos a grande dignidade de toda pessoa humana, feita imagem e semelhança de Deus, ainda que essa pessoa esteja em erro.

O respeito é fonte de harmonia porque nos anima a valorizar as diferenças, como faz um pintor com as cores ou um músico com as notas ou ritmos. Um amor respeitoso nos impede de julgar os outros, de manipulá-los ou de querermos moldá-los do nosso tamanho.

Sempre que penso no respeito, vejo Jesus conversando amavelmente com a mulher samaritana, assim como narra São João no capítulo quatro de seu Evangelho.

5. Chegou, pois, a uma localidade da Samaria, chamada Sicar, junto das terras que Jacó dera a seu filho José.
6. Ali havia o poço de Jacó. E Jesus, fatigado da viagem, sentou-se à beira do poço. Era por volta do meio-dia.
7. Veio uma mulher da Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: Dá-me de beber.
8. (Pois os discípulos tinham ido à cidade comprar mantimentos.)
9. Aquela samaritana lhe disse: Sendo tu judeu, como pedes de beber a mim, que sou samaritana!… (Pois os judeus não se comunicavam com os samaritanos.)
10. Respondeu-lhe Jesus: Se conhecesses o dom de Deus, e quem é que te diz: Dá-me de beber, certamente lhe pedirias tu mesma e ele te daria uma água viva.
11. A mulher lhe replicou: Senhor, não tens com que tirá-la, e o poço é fundo… donde tens, pois, essa água viva?
12. És, porventura, maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu este poço, do qual ele mesmo bebeu e também os seus filhos e os seus rebanhos?
13. Respondeu-lhe Jesus: Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede,
14. mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna.
15. A mulher suplicou: Senhor, dá-me desta água, para eu já não ter sede nem vir aqui tirá-la!
16. Disse-lhe Jesus: Vai, chama teu marido e volta cá.
17. A mulher respondeu: Não tenho marido. Disse Jesus: Tens razão em dizer que não tens marido.
18. Tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu. Nisto disseste a verdade.
19. Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que és profeta!…
20. Nossos pais adoraram neste monte, mas vós dizeis que é em Jerusalém que se deve adorar.
21. Jesus respondeu: Mulher, acredita-me, vem a hora em que não adorareis o Pai, nem neste monte nem em Jerusalém.
22. Vós adorais o que não conheceis, nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.
23. Mas vem a hora, e já chegou, em que os verdadeiros adoradores hão de adorar o Pai em espírito e verdade, e são esses adoradores que o Pai deseja.
24. Deus é espírito, e os seus adoradores devem adorá-lo em espírito e verdade.
25. Respondeu a mulher: Sei que deve vir o Messias (que se chama Cristo); quando, pois, vier, ele nos fará conhecer todas as coisas.
26. Disse-lhe Jesus: Sou eu, quem fala contigo.
27. Nisso seus discípulos chegaram e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher. Ninguém, todavia, perguntou: Que perguntas? Ou: Que falas com ela?
28. A mulher deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens:
29. Vinde e vede um homem que me contou tudo o que tenho feito. Não seria ele, porventura, o Cristo?
30. Eles saíram da cidade e vieram ter com Jesus.

É um diálogo sem repreensões, sem condenações e no qual brilha a luz de uma delicada tolerância.

Jesus não aprova que a mulher não viva com seu marido, mas em lugar de julgá-la a felicita por sua sinceridade. Age como bom pastor e nos ensina a ser respeitosos se verdadeiramente queremos nos entender com os demais.

Fazer as orações finais.

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